Pesquisa Transformação Digital dos Pequenos Negócios (2026), do Sebrae, aponta que 75% das micro e pequenas empresas brasileiras utilizam computadores no dia a dia. Além disso, o percentual está próximo do pico de 76% registrado em 2025 e acima dos 70% de 2022.
O levantamento mostra que o computador se tornou uma ferramenta essencial para o funcionamento desses negócios. Dessa forma, os dados ajudam a dimensionar a relevância do equipamento na rotina empreendedora.
Computador chega a 95% entre pequenas empresas
Por exemplo, entre as empresas de pequeno porte (EPPs), a presença do computador chega a 95%. No Comércio e nos negócios do Sudeste, o índice é de 77%. Por outro lado, entre os microempreendedores individuais (MEIs), a utilização cai para 62%.
- EPPs: 95%
- Comércio e Sudeste: 77%
- MEIs: 62%
Assim sendo, operações menores costumam depender mais do celular para trabalhar. O retrato por segmento indica, portanto, que o tamanho do negócio influencia na escolha do dispositivo.
A pesquisa não detalha os motivos dessa variação. Os dados, contudo, mostram que o tamanho da operação está ligado ao dispositivo usado.
Celular é o principal meio de acesso
Segundo a pesquisa, 94% dos empresários acessam a internet. Ademais, o celular é o principal dispositivo, utilizado por 81%, seguido pelo computador, com 68%, e pelo tablet, com 25%.
- Celular: 81%
- Computador: 68%
- Tablet: 25%
Esses números mostram que o acesso à rede é praticamente universal no empreendedorismo brasileiro. O computador, embora não seja o aparelho mais usado, continua tendo participação relevante.
O smartphone, portanto, transformou a maneira como o brasileiro empreende. Para diversas atividades, por exemplo, o telefone é suficiente. A pesquisa mostra isso ao posicionar o aparelho como principal dispositivo de acesso à internet.
Tela pequena mostra seus limites
Quando o negócio cresce, a tela pequena começa a mostrar seus limites. Assim sendo, esse movimento é natural para quem amplia o leque de atividades.
Tarefas como as abaixo são mais confortáveis com computador:
- Controlar planilhas
- Produzir propostas
- Trabalhar com documentos
- Editar imagens
- Fazer videoconferências
- Operar sistemas de gestão
A lista de tarefas citadas pela pesquisa envolve atividades comuns em uma rotina empresarial. Ademais, o conforto oferecido pelo computador se torna um diferencial quando a operação se expande.
A fonte não detalha todos os cenários; contudo, indica que o equipamento é mais adequado para essas funções.
Investimento em estrutura de trabalho
Comprar um computador para o pequeno empresário não deve ser encarado apenas como aquisição de tecnologia; pode ser investimento em estrutura de trabalho. Portanto, a resposta não está necessariamente no modelo mais caro.
O melhor computador é aquele adequado à atividade realizada e capaz de continuar funcional durante alguns anos. Ou seja, a decisão deve unir necessidade e durabilidade.
Para negócios que trabalham com navegador, e-mail, planilhas, sistemas financeiros e emissão de documentos, configurações intermediárias costumam atender bem.
Por outro lado, quem trabalha com edição de vídeos, arquitetura, engenharia, design, desenvolvimento de software ou aplicações mais pesadas precisa observar com maior atenção:
- Processador
- Memória RAM
- Armazenamento
- Placa gráfica (eventualmente)
A memória é um ponto especialmente importante; a quantidade de RAM, sobretudo, merece atenção, pois configurações muito básicas podem se tornar limitantes. Em uma rotina empresarial, por exemplo, não é incomum manter navegador com várias abas, sistema financeiro, planilha, WhatsApp, videoconferência e outros programas funcionando simultaneamente.
Uma máquina limitada pode transformar cada troca de janela em uma pequena espera. A lentidão multiplicada centenas de vezes ao longo do mês, consequentemente, custa dinheiro. Esse custo aparece na perda de tempo e na queda de produtividade. Portanto, avaliar a configuração com cuidado ajuda a evitar desgaste no dia a dia.
O que observar antes de comprar
Na escolha de um computador novo, por exemplo, alguns critérios podem fazer mais diferença do que a aparência.
- SSD: tende a iniciar o sistema e abrir programas mais rápido que máquinas com discos rígidos tradicionais.
- Tela: observe tamanho e qualidade.
- Bateria: verifique a autonomia.
- Conexões: quantidade de portas disponíveis.
- Webcam e microfone: importantes para videoconferências.
- Facilidade de manutenção: considere a possibilidade de upgrades e reparos.
Em resumo, esses pontos influenciam diretamente a experiência de uso.
O empreendedor não precisa necessariamente comprar uma estação sofisticada. No entanto, a escolha deve considerar a adequação à atividade e a funcionalidade ao longo dos anos.
Ou seja, o computador, nesse contexto, é um investimento em estrutura de trabalho. Além disso, a pesquisa do Sebrae reforça que o equipamento adequado é aquele capaz de continuar funcional durante alguns anos.
Fonte
- mundorh.com.br
- Transformação Digital dos Pequenos Negócios (2026) (datasebrae.com.br)





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