A dificuldade na comunicação oral, apontada por estudo global, impulsiona modelos mais imersivos de aprendizagem e programas de formação internacional. O crescimento da mobilidade internacional e o avanço das novas tecnologias têm ampliado a pressão por uma formação cada vez mais global entre jovens brasileiros.
Desafio da comunicação oral
Mais do que dominar regras gramaticais, o desafio atual está em desenvolver a capacidade de se comunicar com fluência e naturalidade em inglês, habilidade que ainda encontra entraves no país. Erick Tristão, gerente acadêmico do IBEU, afirma que hoje não se fala apenas de aprender inglês, mas de preparar o aluno para atuar em um ambiente global, envolvendo repertório acadêmico, autonomia, pensamento crítico e capacidade de comunicação e colaboração em diferentes contextos.
Vânia Furtado, superintendente acadêmica e de Operações de Filiais do IBEU, afirma que muitos alunos chegam com boa compreensão do inglês, mas ainda inseguros para se expressar. Quando o idioma passa a fazer parte do aprendizado de outras disciplinas, esse bloqueio tende a diminuir, porque o estudante começa a usar o inglês de forma natural, no dia a dia.
Vídeo: YouTube | Fonte: mundorh.com.br
Mudança no comportamento das famílias
Esse cenário tem impulsionado mudanças no comportamento das famílias, que passam a buscar soluções mais completas de aprendizado ainda durante o ensino regular. Entre as alternativas em expansão estão os programas de educação internacional em inglês, que permitem ao aluno desenvolver o idioma de forma aplicada, em paralelo à sua formação tradicional.
Modelos educacionais baseados em imersão e uso prático do idioma tendem a ganhar protagonismo. Ao incorporar o inglês como ferramenta de aprendizado, e não apenas como disciplina, essas iniciativas buscam responder a uma demanda crescente por formação mais conectada ao mundo e antecipar competências que serão decisivas no futuro acadêmico e profissional dos estudantes.
Diferencial competitivo com IA
O EF EPI destaca que a combinação entre proficiência em inglês e letramento em inteligência artificial já configura um diferencial competitivo, ampliando o acesso a conhecimento, ferramentas e oportunidades em escala global. Assim, o inglês acadêmico se consolida como uma ferramenta essencial para a formação dos jovens brasileiros.





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