Flexibilização da escala 6×1 exige reorganização e papel do RH

Debate sobre jornada 6×1 ganha força

O debate sobre a flexibilização da escala 6×1 sinaliza uma transformação mais ampla nas relações de trabalho. Empresas são pressionadas a buscar modelos que conciliem produtividade, sustentabilidade operacional e qualidade de vida. Especialista analisa os desafios operacionais e os impactos na saúde mental, engajamento e retenção de talentos.

Vídeo: YouTube | Fonte: mundorh.com.br

RH como protagonista da adaptação

Segundo Liliane Almeida, docente de RH do Centro Universitário Braz Cubas, o setor precisa assumir papel central na adaptação. O primeiro passo é mapear áreas com maior dependência operacional da escala 6×1, funções no limite da capacidade e setores com mais dificuldades de adaptação.

Impactos humanos e saúde mental

Além das questões operacionais, a docente destaca os impactos humanos das jornadas extensas. A discussão envolve saúde mental, engajamento e retenção de talentos. Uma eventual flexibilização pode gerar efeitos positivos: jornadas excessivas aumentam desgaste emocional, absenteísmo, afastamentos médicos e turnover.

Transformação nas relações de trabalho

O debate sobre a escala 6×1 também aponta para uma transformação mais ampla. Empresas buscam modelos que conciliem produtividade, sustentabilidade e qualidade de vida. A reorganização exige que o RH atue estrategicamente, promovendo mudanças que beneficiem operação e colaboradores.

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