Crise de engajamento: apenas 21% dos profissionais estão engajados
O baixo índice de engajamento global — 21% — não é apenas um número. Para Daniel Campos, CHRO da Sem Parar Corpay, trata-se de uma crise de vínculo. As pessoas não se sentem conectadas às organizações, e a remuneração, embora ainda relevante, já não é diferencial isolado.
Empresas que constroem relações coerentes, transparentes e significativas tendem a fortalecer vínculos mais duradouros. O RH precisa criar ambientes onde o propósito seja claro e a escuta ativa, constante.
Vídeo: YouTube | Fonte: mundorh.com.br
Tecnologia a serviço da humanização
Campos defende que, quanto mais tecnológico o ambiente de trabalho, maior deve ser a capacidade de reconhecer, escutar e manter pessoas conectadas a um propósito real. A automação não substitui a necessidade de reconhecimento e pertencimento; ao contrário, libera tempo para o que é essencialmente humano.
“A tecnologia não afasta pessoas; ela cria espaço para aproximação”, afirma o executivo. A transformação digital no RH não deve ser um fim em si mesma, mas estar a serviço de uma experiência mais rica e significativa para os colaboradores.
O caminho para vínculos duradouros
Para superar a crise de vínculo, as empresas precisam investir em coerência e transparência. Relações significativas não se constroem com benefícios isolados, mas com uma cultura que valorize reconhecimento e pertencimento. A escuta genuína e ações que demonstrem cuidado com o colaborador como pessoa são fundamentais.
Campos conclui que o futuro do RH está em equilibrar inovação tecnológica com humanização. “A transformação será humana ou não será” — e essa escolha definirá o sucesso das organizações nos próximos anos.
Fonte
- mundorh.com.br
- inteligência artificial (www.teclogin.com.br)



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